Quarta-feira, 03 de junho de 2026
Por Redação Rádio 104 | 3 de junho de 2026
Virginia Fonseca voltou ao centro das discussões nesta terça-feira (2/6) após a revista Piauí publicar uma reportagem assinada pelos jornalistas João Batista Jr. e Alessandra Medina, reunindo documentos e informações sobre a trajetória empresarial da influenciadora e sua participação na CPI das Bets. Entre os pontos abordados está o polêmico “cachê da desgraça alheia” e o relatório final da senadora Soraya Thronicke, que sugeria o indiciamento de 16 pessoas, incluindo Virginia — documento que acabou rejeitado pelo Senado, encerrando a comissão sem aprovação do parecer.
A publicação também levanta questionamentos sobre movimentações financeiras envolvendo empresas ligadas à apresentadora, que teriam se tornado alvo de apuração da Polícia Federal. Entre as empresas mencionadas está a Talismã Digital, anteriormente administrada por Virginia e Zé Felipe. Outro destaque é a Wepink, marca de cosméticos da qual a influenciadora é sócia, com a reportagem resgatando detalhes da formação societária da empresa e citando antigos vínculos empresariais com Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como “Japa do PCC”.
Além das questões ligadas à CPI e aos negócios da empresária, a Piauí contextualiza a força de Virginia no ambiente digital, onde acumula dezenas de milhões de seguidores, e menciona episódios como a repercussão de seu relacionamento com Vini Jr. e uma viagem a Dubai. A reportagem apresenta esses elementos como parte do cenário que dimensiona a influência da criadora de conteúdo e a repercussão de seu nome em diferentes esferas da vida pública.